segunda-feira, 21 de maio de 2012

O Piauí é muito rico, mas precisa de um Governador que saiba fazer acontecer


Governar exige dinâmica, visão de estadista e conhecimento das potencialidades do seu estado, bem como, saber desenvolver essas potencialidades levando o estado à busca do desenvolvimento sustentável.
O Piauí tem pontos importantes de riquezas que se bem planejados e programados como células de desenvolvimento, em pouco tempo, o estado será um dos mais fortes do nordeste.
A riqueza do Piauí começa pela grandeza da extensão de água e solo representada pelo Rio Parnaíba, inegavelmente, a maior riqueza do estado.
Sozinho, o Parnaíba, se bem aproveitado com projetos arrojados de desenvolvimento produtivo através dos recursos da CODEVASF, o Piauí em pouco tempo, se posicionará como referência de produção no nordeste. Nas margens do Parnaíba, poderemos ter dezenas de usinas de açúcar e álcool, com irrigação por inundação, bem como, fruticultura, verduras e legumes, em larga escala, sem se falar ainda na larga produção de grãos, milho, soja, feijão, arroz e gigantescos projetos de psicultura. Nesse campo, o Piauí poderá ser imbatível.
No semiárido, temos as mais importantes jazidas de minérios variados, numa riqueza ainda adormecida por falta de planejamento e de arrojados projetos de prospecção dessas riquezas. Vai do calcário, facilmente encontrado em vários municípios, ao diamante de Gilbués.
No chamado sul maravilha, margeando o Rio Parnaíba, 11,5 milhões de hectares de cerrados dos quais, 8 milhões, perfeitamente agricultáveis, mas, ainda engatinhando, sem alcançar a plenitude do seu aproveitamento. Uma riqueza majestosa ainda adormecida.
No baixo Parnaíba, regiões ricas em babaçuais, terras nobres em que se plantando tudo dá.
Na região litorânea, o encanto do majestoso Delta  do Parnaíba, se constituindo na maior riqueza turística do nordeste, ainda virgem, por falta de projetos visando o turismo ecológico proporcionado pelos manguezais e igarapés, com  passeios inusitados, exibindo  praias exóticas, numa flora e fauna de causar perplexidade, tudo formado por 77 ilhas, no único Delta em mar aberto das Américas,  algo maravilhoso e extraordinário de se ver.
Mas, a falta do porto, da ferrovia, para poder  implantar e fazer funcionar a ZPE, cedida pelo governo federal, mais a Universidade do Delta e um setor hoteleiro de pousadas e risortes, distribuídos entre grandes hotéis de 5 estrelas, que os políticos por ignorância não conseguem implantar, faz do nosso litoral, uma riqueza morta, parada, gritando por progresso e desenvolvimento.
Temos à nossa disposição, os recursos da CODEVASF, mas, a incompetência e falta de visão, não deixa a classe política enxergar, que existe dinheiro para explorar tudo que disser respeito ao nosso majestoso Rio Parnaíba.
Na Capital Teresina, ainda dispomos do arrojado projeto denominado de Grande Teresina, que governadores e prefeitos da capital e mais 12 municípios, inclusive Timon no Maranhão, não se dispuseram a ter a dignidade de implantá-lo com projetos factíveis, para gerar produção, riqueza e desenvolvimento a partir da agroindústria.
Como se pode observar, temos potencial demais, mas, infelizmente, temos políticos de menos, neófitos, despreparados, irresponsáveis e sem a competência necessária para comandar tão pujante riqueza, espalhadas em todas as regiões do estado, numa prova inequívoca, de que o povo precisa tomar uma atitude, mudando as cabeças que comandam o estado, eliminando os céticos e neófitos, e buscando gente de mente aberta e fértil para aproveitar tanta riqueza natural e elevar o Piauí ao pódium do desenvolvimento nacional. É o nosso recado à juventude do nosso estado.