sexta-feira, 30 de maio de 2014

OBCECADO PELO PODER: Zé Filho ''puxa o tapete" de Marcelo Castro e o próximo alvo poderá ser o Wilsão

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O governador Zé Filho (PMDB) ameaçou toda a base governista para poder se viabilizar candidato a reeleição. Ele deixou bem claro: ou tem sua candidatura garantida ou vota no adversário, o senador Wellington Dias (PT).

Esse recado, que serviu como uma espécie de xeque-mate, foi dado a todos os membros da base. Zé Filho não foi aclamado. Ele é candidato de si. Foi ele quem decidiu ser o candidato. Marcelo Castro (PMDB), deputado federal e até então com a pré-candidatura acertada, já era! Sai do jogo humilhado pelo próprio partido, o PMDB.
Mas tem um detalhe: como ele se transformará em candidato fazendo ameaças desse tipo?! Como a base vai se empolgar com a candidatura dele?! Nem ele, Zé, tem as respostas. Existe uma desconfiança enorme. Quase ninguém confia no Zé. Nunca confiou. Nos bastidores a versão é totalmente diferente do que vem se falando.
O meio politico não confia nele. Desde que a chapa foi lançada, com Marcelo encabeçando e tendo Silvio Mendes (PSDB) como pré-candidato a vice e Wilson Martins (PSB) como candidato a senador que existe uma espécie de ‘pé atrás’. E adivinha quem deve ser o próximo alvo?! Wilsão!
Zé prepara um golpe para cima do seu antecessor e pode passar a apoiar, no meio da campanha, o adversário João Vicente Claudino(PTB). Zé fez tudo planejado. E está obcecado, repetindo: OBCECADO, para ser candidato a governador. Esse negócio de que “não tenho amor por cargos”, “não era apegado ao poder” e que “honraria compromissos” não passa de pura balela. Ele chegou a dizer, na presença de uma grande liderança política nacional, Gilberto Kassab, em evento do PSD Nacional, que seu candidato era Marcelo. E na quarta-feira passada, na ausência de Marcelo, que estava em Brasília, convoca todo o PMDB para uma reunião de emergência na sua casa e se lança candidato.
Este é o perfil do homem que quer ser reeleito governador do Piauí.
Beijinho no ombro para a confiança e para a credibilidade dos políticos.

Por Alisson Paixão