sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Parnaíba tem um dos maiores PIBs do país


Com investimentos públicos de R$ 400 milhões, distribuídos em infraestrutura, saneamento e abastecimento, e com uma população de 12 mil universitários, Parnaíba (345 km de Teresina) registrou um aumento de 8,77% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2012, que ficou em R$1,131 bilhão, quando em 2011 era de R$ 1,040 bilhão.

O PIB dos municípios brasileiros foi divulgado na quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O prefeito de Parnaíba, Florentino Neto, declarou que o município tem conquistado investimentos privados e públicos em função de implantação de uma infraestrutura melhor e voltou a ser um pólo de desenvolvimento e populacional com 145.705 habitantes, mas influenciando uma região com uma população de 3 milhões de habitantes de 70 municípios do Piauí , Ceará e Maranhão.

“Nós temos o maior crescimento do Estado. Esse aumento do PIB é resultado dos investimentos públicos e privados consolidados”, acrescentou o prefeito.

Ele diz que os setores mais dinâmicos da economia de Parnaíba são o comércio varejista, com a abertura de shopping centers, e o de serviço, principalmente ao ensino com as ofertas de novos cursos, como Medicina, por exemplo, em instituições universitárias públicas e privadas, como a Faculdade Maurício de Nassau.

“Nós temos registrado um crescimento expressivo nos setores de ensino e comércio varejista”, falou Florentino Neto.

Segundo ele, muitas empresas de outros Estados implantaram lojas em Parnaíba e houve o aumento de produção de frutas orgânicas nos Tabuleiros Litorâneos, que são campos irrigados, e da produção de bacia leiteira parnaibana.

Florentino Neto falou que o parque industrial de Parnaíba voltou a crescer, além do desenvolvimento da indústria da construção civil. “Nós estamos com a ampliação do setor de curtume e a nossa indústria de fármacos e estamos agora com um projeto de implantação de uma indústria de beneficiamento de vidro”, adiantou.


Em 2012, os PIBs de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Manaus correspondiam a aproximadamente 25,0% de toda a geração de renda do país. Juntas estas capitais concentravam 13,6% da população. Agregando a renda de 57 municípios, alcançava-se cerca de metade do PIB nacional e 31,4% da população.

Efrém Ribeiro / Jornal meio Norte