quarta-feira, 19 de julho de 2017

Piauí é o segundo do Nordeste na geração de empregos

Pelo terceiro mês consecutivo, o número de novas vagas de emprego com carteira assinada superou as demissões no Piauí. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nessa segunda-feira (17), pelo Ministério do Trabalho, o estado criou 8.500 vagas formais em junho deste ano.

De acordo com os dados, o Piauí fechou o mês com saldo positivo (0,25), o segundo estado no Nordeste com a maior geração de empregos formais no Brasil, ficando atrás apenas do estado do Maranhão. Sete estados da região fecharam o mês com saldos positivos de geração de empregos, de acordo com o Caged.

O Piauí tem se destacado mês após mês na criação de novos postos de trabalho. De acordo com o Caged, setores como agropecuária (3,85), extrativa mineral (2,36) e indústria de transformação (1,20) apresentaram avanços, o que ajudou nos números positivos do estado. Numa comparação entre admissões e demissões, o Piauí teve um saldo positivo de 712 vagas, ocupando a 7ª posição no ranking nacional.
A Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Setre) tem sido um órgão importante para a melhoria na geração de emprego e renda junto com o Sine-PI. “Em meio à crise econômica, temos fortalecido a oferta de cursos profissionalizantes no estado, estimulando as empresas a caminhar na contra mão do desemprego. O Sine, diariamente, tem ido à procura e capturado vagas, encaminhando os trabalhadores para o mercado de trabalho, tendo, a cada mês, a alegria de estarmos crescendo e dando melhorias para o nosso estado,” pontuou o gestor da Setre, Gessivaldo Isaías.

Das 27 unidades da federação, 19 tiveram saldo positivo de empregos em junho, diferente do mês de maio, com apenas 13, criando mais do que fecharam vagas com carteira assinada de acordo com o Caged.

Desde o ano passado, o Piauí vem se destacando na criação de vagas. Em janeiro, o Piauí fechou o mês como o primeiro do Nordeste, mantendo-se entre os três primeiros na posição em abril, em maio manteve-se novamente em primeiro e agora fechou junho em segundo, mas com saldo positivo.

Fonte: Ccom